(Des)Aventuras em série

Prosseguimos nossa viagem no belo estado de Alagoas. Resolvemos voltar a praia do Francês, e Gunga, além de conhecer novos lugares: Paripueira e Maragogi.

Alugamos um automóvel assim que saímos do aeroporto em Maceió. Havíamos feito uma reserva pela Unidas antecipadamente, mas a cancelamos após receber uma proposta melhor de uma locadora desconhecida. Fomos com a cara e a coragem e por enquanto tá dando certo.

Estamos nos saindo bem com o GPS do celular. E pela sabiduria do co-piloto, eu, dei conta logo no começo de colocar um endereço errado. Fomos parar no meio de uma rua só de ônibus, no centro de Maceió. Depois de andar em círculos por alguns momentos, dispensamos o GPS e fomos pedindo informação. =) Assim conseguimos chegar no Francês sem erro.

Voltamos a usar o GPS de novo e após instalar um novo aplicativo, graças ao Nilson, não tivemos mais problemas. E o co-piloto passou a ser mais atento ao informar os endereços no aparelho.

Visitamos o Gunga no segundo dia, chegando por terra, ano passado foi pelo mar. Paramos no mirante e ficamos um tempinho admirando a bela paisagem dos milhares de coqueiros junto a praia. Muito bonito.

E lá começou nosso primeiro insucesso. O ativo aqui, eu, nunca havia andado de Banana Boat na vida, e quis andar. Fomos até o pessoal da Banana, pagamos, vestimos os coletes e fomos pra “aventura”.

Tudo ia muito bem, até que em determinado momento, não sei se por um solavanco natural da bóia com a água, ou da inabilidade nata do bajojo em se manter de equilibrado, caí do troço sozinho e fiquei dependurado pela alça, segurando com toda força, e a Banana a toda velocidade.

Nem os pilotos do barco, nem os tripulantes da Banana perceberam que eu havia caído. Lá estava eu pendurado, e com a alta velocidade, fui vendo a sunga descer até quase nos joelhos. Eu não sabia se deixava a poupança a mostra, ou se eu virava, porque os jatos de água que espirravam com toda força, atingiam as partes baixas, e aquilo tava me matando de dor.

Felizmente, o barco tava longe da praia, e ninguém viu o ocorrido, e logo logo o Nilso percebeu que eu havia caído e avisou os pilotos. Assim pude me recompor e voltar a Banana. Eu que estava na última posição passei para a penúltima. O risco de cair daquela forma diminuiu, mas toda hora que a banana virava de propósito, o amigo da frente sentava o pé na minha cachola.

Gostei tanto da Banana que acho que uma vez foi suficiente pro resto da vida!

Voltamos pro Francês de tarde e curtimos mais praia sem maiores aventuras.

No dia seguinte, depois do almoço, fomos conhecer Paripueira. Havíamos reservado uma pousada pelo Peixe Urbano lá. Ao chegar à pousada, tivemos boas surpresas. Parece que os quartos não tinham sido arrumados. Tentaram nos colocar em um quarto com o frigobar mofado e sem chuveiro, além de uma limpeza meio duvidosa. O quarto dos dindis estava bem avacalhado também, e até a descarga não funcionava direito. Combinamos de ir a praia para o pessoal da pousada dar uma solução.

A praia lá é bem legal, não tem ondas, e o arrecife parece que é lá no meio do mar, bem longe que a vista nem alcança direito. Caminhamos mais de meia hora dentro do mar e a água custou a cobrir a cintura. Depois de uma caminhadinha na água e ver o sol se por, voltamos à pendenga.

Arrumaram o chuveiro no quarto que estava faltando, fingiram que limparam outro e ficou por isso mesmo. Como precisávamos de passar uma noite e não iríamos receber o dinheiro de volta sem penar um montão, ficamos.  Passamos a noite, tomamos café e seguimos rumo a Maragogi.

A praia em Maragogi é linda. Demos um pequeno passeio pela cidade. Iríamos ficar só um dia, mas nos informaram que a maré não tava boa para os passeios nas piscinas naturais. Daí resolvemos seguir viagem para Porto de Galinhas. Notamos que estamos perdendo muito tempo nos trajetos, na mudança de pousadas, e ao desfazer e fazer malas. Por isso decidimos aproveitar um lugar melhor ao invés de ficar de cidade em cidade na correria.

Estamos em nosso destino e vamos ficar por 3 dias. Todos estão bem. Sobre o passeio aqui, os relatos serão assunto pra outro post.

Obrigado Senhor por seu cuidado conosco e seu grande amor.

Fotos!

Ps. Peixe Urbano e Groupon tão com cada furada ultimamente. Compra mais não, viu!

Ps2. Escrivinhei até ardê!

Ps3. Enjoei de banana… =p

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9 respostas para (Des)Aventuras em série

  1. Ivanete Cristina Araujo disse:

    RI demais!!!

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  2. Nas aventuras de banana boat, eu sempre recomendo que leve o Neto.
    Cumpanhero bão!
    E se tiver como, visite Porto da Rua. Uma das praias mais lindas de AL.
    Antigamente era uma vila de pescadores com a infra ruim, mas o lugar é lindo.

    • aderman disse:

      hahahahahahahahah
      Fiquei só imaginando o Nitin comigo junto na banana… ia ser engraçado demais!
      O Porto da Rua vai ficar pra outra vez, já estamos nas Galinhas indo pra Recife depois de amanhã.
      Como diz a Nilda, foi bom não ter ido porque senão da próxima vez num ia ter nada pra ver…. :)
      Saudades de vocês, dindo!
      Abraços!

  3. Ana Luiza disse:

    Ou, eu ri demais da conta!!!
    E sei que ainda vou rir muito qdo ver sua cara!!!

  4. Bela disse:

    Hahahaha! Sofre!
    Junin, eu ri demais!
    Tá vendo, não quis ficar mais um tiquin na pousada do Aquárius…
    Boa diversão!

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